Como o iFood aumentos +84% de vendas em usuários internacionais gera com Verify

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+84%

de aumento de vendas a com autenticação internacional

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48%

dos cadastrados feitos desde fevereiro/26 são de usuários internacionais

Desafio

Na COP 30 o iFood era patrocinador e tinha previsão de aumento de tráfego internacional no aplicativo, e por isso precisa garantir que seria possível autenticar usuários internacionais de forma rápida e escalável, sem depender de shortcodes caros contratados país a país.

Soluçao

Com o Twilio Verify, o iFood passou a oferecer autenticação internacional em um único produto, eliminando a complexidade operacional e abrindo um novo canal de receita e aumentando 84% das vendas a com autenticação internacional. 

  • Implementação completa em 14 dias
  • +84% de aumento de vendas a com autenticação internacional
  • Baixa latência na autenticação de clientes
  • 8 segundos para entrega de mensagem de WhatsApp, comparado com 23 segundos por outros parceiros da Meta. 
  • 48% dos cadastrados feitos desde fevereiro/26 são de usuários internacionais

 

Como o iFood aumentou +84% de vendas em usuários internacionais gera com Verify

Existem momentos em que uma decisão técnica precisa ser tomada em dias, e o que parece urgência vira oportunidade. Foi o que aconteceu com o iFood quando a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) surgiu no horizonte. 

A COP30 aconteceu entre 10 e 21 de novembro de 2025 em Belém do Pará e foi a primeira vez na história que o Brasil recebeu o evento. O iFood foi patrocinador oficial do evento, e tinha uma janela de tempo curta e uma demanda operacional sem precedentes.  

As estimativas apontavam para um fluxo de mais de 40 mil visitantes durante os principais dias da conferência. Líderes de Estado, cientistas, ativistas, jornalistas e delegações de quase 200 países aterrissaram em Belém e muitos deles, inevitavelmente, ficariam com fome.

Para o iFood, maior plataforma de food delivery do Brasil, aquela era uma oportunidade única. Mas veio acompanhada de um desafio que a empresa ainda não havia resolvido: como permitir que pessoas com números de telefone estrangeiros fizessem pedidos na plataforma?

A resposta para essa pergunta se tornou, no fim das contas, uma nova fonte de receita e uma virada na forma como o iFood pensa sua infraestrutura de comunicação.

 

Tecnologia fragmentada

Antes de falar sobre o que o iFood construiu, é preciso entender o que a empresa  precisou superar. Por anos, a sua operação de mensageria funcionou como muitas grandes organizações tecnológicas quando crescem rápido demais: cada área resolvia seus problemas do jeito que podia.

Equipes distintas contratavam provedores diferentes. Campanhas de push, WhatsApp, SMS. Cada canal tinha seu próprio fornecedor, sua própria lógica, seu próprio orçamento.

O resultado era uma estratégia de comunicação fragmentada. Não havia visibilidade centralizada de custos, métricas consolidadas e, mais grave do que tudo, garantia real de que as mensagens chegavam ao destino.

Foi dentro desse contexto que o time de produto do iFood desenvolveu o Faster, uma plataforma interna que passou a centralizar cerca de 80% de toda a comunicação da empresa, reunindo segmentação de audiência, testes A/B, eventos analíticos e múltiplos canais de mensageria em um único lugar.

O Faster foi a resposta do iFood para gerir diversas demandas.  Mas mesmo com a plataforma em operação , um  novo desafio estava prestes a surgir. E chegaria com prazo definido.

 

“O iFood se tornou um dos principais patrocinadores da COP30, um evento internacional com muitos estrangeiros. Era impensável que essas pessoas não pudessem ter uma conta e pedir um iFood.”

Raquel da Rosa Oliveira Nicolau Senior Software Engineering Manager, iFood.

 

Quando o planeta sentou à mesa

A COP 30 não é um evento qualquer; é a maior conferência climática da história recente, sediada pela primeira vez em solo brasileiro, em plena Amazônia. Trouxe para Belém (e para o Brasil como um todo) uma concentração inédita de visitantes internacionais, com cartões de crédito em moedas estrangeiras e fomes reais a satisfazer.

O iFood, patrocinador do evento, identificou a oportunidade. Mas logo percebeu que sua plataforma tinha um problema sério: o fluxo de autenticação de novos usuários dependia de SMS para verificar números de telefone. Para usuários brasileiros, isso funcionava bem. Para alguém com um número da Alemanha, do Japão ou da Nigéria, era um caminho cheio de obstáculos.

O modelo tradicional para resolver esse tipo de problema é a contratação de short codes, que são números curtos dedicados, registrados junto às operadoras locais de cada país, que permitem o envio de SMS com alta taxa de entrega.

O problema é que short codes não são plug-and-play. Cada país exige um processo de registro separado, com burocracia, prazos e custos próprios. Para cobrir os principais países representados na COP 30, o iFood teria que contratar short codes para dezenas de mercados diferentes, projeto que levaria meses e custaria, pelas estimativas internas da equipe, mais de R$ 100 mil apenas em infraestrutura de SMS.

Não havia tempo nem orçamento. E, mais do que isso, havia uma incerteza fundamental: o iFood simplesmente não sabia de quais países viriam os usuários que tentariam fazer pedidos. A demanda era imprevisível por natureza. Investir pesado em short codes de países específicos era apostar no escuro.

 

“Sem o Twilio Verify, o custo seria gigantesco. Precisamos dos shortcodes por país e isso custa muito caro. Com o Verify, conseguimos viabilizar a autenticação de usuários de forma rápida e sem limites. Teve pessoas até de Tuvalu pedindo comida. Isso é fenomenal!”

Anna Carla Joia Product Manager, iFood.

 

Twilio Verify: a solução que chegou antes do problema virar crise

Foi nesse cenário que o Twilio Verify apareceu. Em vez de configurar short codes país a país, o iFood passou a usar o Verify como camada única de autenticação para usuários internacionais. Esta solução funciona globalmente, sem a necessidade de registros locais, sem burocracia por mercado e com cobertura para praticamente qualquer número de telefone do mundo.

A lógica é elegante: em vez de o iFood precisar saber antecipadamente de quais países viriam os usuários, o Verify gerencia essa complexidade de forma transparente, escolhendo o canal e o provedor mais adequado para cada número em tempo real. A flexibilidade que o iFood precisava, e o modelo de short codes jamais poderia oferecer, estava ali, disponível desde o primeiro deploy.

Outro fator foi decisivo: latência. Em um fluxo de autenticação, o usuário está esperando. Ele digitou seu número, está olhando para a tela, e cada segundo que passa sem o código chegar aumenta a chance de abandono. Nesse cenário, o Twilio Verify entregava os códigos com a menor latência testada pelo time técnico do iFood. E essa diferença, em escala, representava milhares de pedidos concluídos ou perdidos.

A implementação foi conduzida pelo time responsável pelo Faster e se encaixou na arquitetura já existente da plataforma. O suporte técnico da Twilio, descrito pelo time do iFood como rápido e altamente qualificado, garantiu que dúvidas fossem resolvidas sem atrasos. E esse diferencial é destacado como fator relevante na escolha e manutenção da parceria.

 

“Hoje, a Twilio é o nosso parceiro com menor latência. Uma mensagem de verificação do usuário chega em 8 segundos com a Twilio, e com a plataforma que usamos antes esse tempo era de 23 segundos. Alem disso, o suporte técnico está sempre ali, as documentações são muito boas e fáceis de entender. Nosso time de desenvolvedores fala: ‘Nosso sonho é ter só a Twilio aqui’". — Luciana Corrêa, Engineering Manager II, iFood”

Luciana Corrêa Engineering Manager II, iFood.

 

 84% de aumento de vendas a com autenticação internacional

A COP 30 aconteceu. Os visitantes chegaram. E os pedidos internacionais começaram a entrar.

O iFood viu um aumento de 84% no GMV com autenticação internacional com o Twilio Verify. Um canal de receita que simplesmente não existia antes e que foi habilitado por uma decisão técnica tomada sob pressão, com prazo curto e orçamento limitado.

O resultado reposicionou o projeto internamente. O que nasceu como uma solução de urgência para um evento específico demonstrou que o iFood havia deixado dinheiro na mesa por anos ao não endereçar a autenticação internacional. Logo, também abriu uma conversa mais ampla sobre como a empresa poderia escalar essa operação além da COP 30.

A visibilidade operacional também melhorou. Com a autenticação internacional centralizada via Verify e integrada ao Faster, o time passou a ter métricas claras, custo previsível e capacidade de monitorar a entrega em tempo real. E esse cenário era exatamente oposto à fragmentação que marcou a mensageria do iFood por anos.

 

Além da COP 30: construindo a infraestrutura do futuro

O iFood não é uma empresa que olha apenas para o próximo trimestre. Segundo declarações públicas do CEO, Diego Barreto: a companhia quer ser uma empresa AI-first, preparada para um futuro em que agentes de inteligência artificial operarão sistemas de forma autônoma, escalando operações sem aumentar proporcionalmente os custos humanos.

Dentro dessa visão, a infraestrutura de comunicação tem um papel central. E a parceria com a Twilio está evoluindo junto. O iFood está avançando em um piloto do Bulk Messaging (funcionalidade beta da Twilio que permite orquestrar múltiplos canais com fallback automático, como de RCS para WhatsApp) com o objetivo de tornar as campanhas mais eficientes e reduzir custos operacionais.

O RCS, em particular, é visto pelo time como o próximo grande canal. A aposta é que, à medida que o ecossistema RCS amadurece no Brasil, o iFood estará posicionado para escalar com vantagem.

O que começou como uma solução para autenticar visitantes da COP 30 virou, em retrospecto, o ponto de partida de uma arquitetura de comunicação mais inteligente, mais visível e mais preparada para o que vem a seguir. E tudo porque, em algum momento, alguém precisava resolver pedir um iFood.


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